Gosto de ficar sozinho. Não sou “antissocial”, muito menos odeio as pessoas. Eu apenas combino comigo mesmo. Sem contar que sempre gostei da minha “solidão”, da minha bagunça, do meu quarto vazio. Por mais estranho que isso seja, me faz um bem danado.

Aceito ser criticada e abraço as críticas: obrigada. Mas me dou o direito de, também, mandá-los à grandíssima merda.

(via alentador)

Lembrem-se: as maiores realizações de hoje já foram sonhos ontem.

Agora eu falo menos, não por falta do que falar, mas por falta de quem ouvir.

Ninguém é bom o suficiente se não conseguir encarar seus próprios erros fazendo deles um degrau pra se tornar uma pessoa cada vez melhor.

Talvez eu esteja bem, ou não.